O lado B de trabalhar para gringa
O lado B de trabalhar pra gringa. Ganhar em dólar é bom, mas ninguém conta da energia que some traduzindo o cérebro o dia todo.
Com o Osvaldo Santana Neto (fundador da Python Brasil) e o Waldemar Neto, o episódio separa trabalhar para a gringa de morar na gringa. O Osvaldo conta a mudança para a Alemanha atropelada pela pandemia e a volta ao Brasil; o Waldemar, cinco anos na Atlassian na Austrália, ótimos no bolso mas com a sensação de viver 'num shopping cheio de NPC'. Convergem que morar fora abre a cabeça e cobra adaptação, e que o dev brasileiro é muito valorizado pelo work ethic.
Pontos altos:
- O custo cognitivo de operar em inglês: o português está no 'kernel', o inglês no 'user level'. Uma reunião de arquitetura de uma hora em inglês esgota como um dia inteiro.
- Trabalho remoto não é sobre onde você trabalha, é sobre como: dá pra ser remoto com todo mundo de fone na mesma sala.