Seu CRUD não precisa de 15 camadas: a síndrome do overengineering
O problema quase nunca é o software. É gente resolvendo um problema que não tem.
Um papo sobre a síndrome do overengineering, com o Alex Rios de volta ao estúdio. O fio da conversa: complicar o que era simples quase nunca é problema de software, é falta de pensamento crítico. Passa pela história de por que o JavaScript foi parar no backend e pela ideia de que camada existe para o humano entender a intenção, não para a máquina.
Pontos altos:
- Separar em camadas cedo demais alivia o júnior, mas irrita o sênior. O ponto certo de romper depende de experiência que nem todo time tem.
- Kafka, Dynamo, microserviço: muita escolha de arquitetura é CV e moda, não necessidade. Foi o caso da Prime Video, que voltou de microserviços para o monolito e cortou custo.